América do Sul,  Chile,  Lagos Andinos

Chile – Lagos Andinos

Viagem em 2017

Visão Geral:

* Não é um país barato, apesar de P$ 1000 equivaler a R$ 5,00 tudo no país é muito bem cobrado, então não saí barato.

* As estradas (Carreteras) são muito boas, a maioria com velocidade de 100 a 120 km/h e bem sinalizadas, porém a maioria asfaltada é pedagiada (Preços Entre P$ 600 a P$ 2300). Estradas de terra (Ripio) Tb são boas, a maioria com poucos buracos e muito bem mantidas.

* Povo amigável, honestos (não ficam tentando passar a perna no turista todo o tempo).

* No frio a atmosfera das cidades é muito poluída (Principalmente em cidades maiores como Puerto Varas) devido a quantidade de lareiras. Algumas casas têm até 3 lareiras! À noite você pode ver a quantidade de fumaça que é tão forte que parece neblina!

* O carro tem 6 marchas, pelo menos o que pegamos, a sexta marcha é como a 5 no Brasil, então entrou na estrada, já coloca logo a 6.

*Andar sempre com o farol aceso nas estradas.

1 Dia 

Saímos do Rio as 6:30 e chegamos a Santiago por volta das 11:00 (Horário do Brasil), aqui o relógio precisou ser atrasado 1 hora. Passamos pela aduana sem problemas. Como eu estava com alguns biscoitos que continham amêndoas e passas (mesmo em pacotes fechados) declarei na ficha que foi entregue no avião. Foi super tranquilo, apenas me perguntaram o que eu tinha e nem quiseram ver, passaram a mala na esteira de raio x e nos liberaram em seguida.

Na saída do Dutyfree Haviam várias casas de Câmbio. Pela internet Wi-Fi do aeroporto fizemos pesquisa de cotação, pelo BC o peso Chileno estava US$ 1 = 679 pesos chilenos. No aeroporto estava 1= 639 pesos.

Se fossemos fazer o câmbio em Santiago teríamos que pegar um Uber que estava dando 14.000 pesos apenas ida, então gastaríamos 28.000 pesos para ir e voltar, ou seja, ficaria mais caro que trocar no aeroporto pois teríamos que voltar para pegar O voo para Temuco as 12:50. Optamos por fazer o câmbio no próprio aeroporto.

Fomos então lanchar para seguir viagem…. Pegamos o avião para Temuco e foi bem rápido o Vôo, apenas 1 hora. Alugamos o carro na Rosselot ainda no Brasil, entregamos o voucher, preenchemos a ficha e nos deram um upgrade pois não tinham o carro que tínhamos alugado. O rapaz da locadora nos levou até o carro e nos mostrou todos os arranhões que o carro já tinha, anotou tudo no papel de locação, eles são muito rigorosos, assim como o nível de combustível do tanque que Estava em 1/4 de tanque. Nos deu as instruções como estar sempre de faróis ligados e caso parasse na rodovia, tínhamos que colocar um colete amarelo florescente que estava no porta luvas.

As estradas são bem tranquilas de dirigir, usamos o Waze e ele Tb nos deu um mapa de papel, nem precisamos do nosso GPS. Ao chegar em Villarica percebemos um barulho que o carro estava fazendo, entramos em contato com ele que se prontificou em trocar o carro. Porém Daniel olhou e descobrimos que o Barulho estava vindo do para-barro que estava encostando na roda quando girávamos o volante… então ligamos de volta dizendo que não íamos trocar o carro e resolveríamos o problema. 

Chegamos ao Hotel Mirador Los Volcanes e nos levaram ao quarto que é enorme e tem cozinha, sala e cabe uma família inteira (Wi-Fi pega no quarto). A lareira já estava acesa, o que foi perfeito, pois estava muito frio!

Como o hotel é mais afastado tivemos que ir a Pucón para jantar, voltamos 18km até Pucón é jantamos no Fiorentina. Comida muito boa e Garçons muito simpáticos! Recomendamos! Na saída passeamos pelas ruas e passamos no mercado para comprar alguns lanches. Mas fomos logo embora porque estava muito frio (6 graus Celsius).   

2 dia 

Acordamos e o nosso café estava em um pequeno armário da varanda. É um café simples, mas suficiente e delicioso. O tempo estava encoberto por isso não tínhamos a vista do vulcão, mas mesmo um pouco encoberta à vista era linda!

Saímos para o nosso passeio, visitamos primeiro o Salto Ojos Del Carbugua, pagamos 1000 pesos por pessoa. É uma trilha bem pequena e bem sinalizada, com passarelas nos locais mais difíceis. São duas pequenas trilhas, uma vai Para a Laguna Azul, é uma pequena lagoa (Não pode se banhar nela), a outra trilha é para a Cachoeira Olhos del Carbugua que é muito bonita, são três mirantes para observar.

A nossa segunda parada foi nos Três Saltos, na direção do Parque Nacional Huerquehue, porém vc entra antes de chegar nele. A estrada para lá tb é bem sinalizada. Recomendo que vá de tênis ou bota de caminhada pois a trilha é em subida e tem uns pontos com lama, portanto se o calçado não for apropriado corre risco de escorregar. 

O primeiro salto é bem na entrada, é pequeno, mas bonito. O segundo salto tem entrada à direita do primeiro, também sinalizado. Na minha opinião o mais bonito é o terceiro salto tem uma entrada independente, à esquerda do primeiro, também é pequeno, mas bonito.

Dentro do Parque Nacional Huerquehue tem 3 lagoas para visitar, mas não conseguimos ir devido ao horário. Pois são 5 horas de trilha então ficaria tarde para ir a Puerto Octay que fica a 300km de Pucón. No caminho passamos por outra parte da cidade de Villarica que é muito bonitinha! Tem um calçadão com ciclovia na beira da “playa”, na praça tem uns bancos de onde acredito que dê para avistar o vulcão Villarica, mas como estava muito nublado e chovendo não conseguimos ver nada.

Chegamos às 18:30 (Já havia anoitecido, está anoitecendo por volta das 17:30), o hotel que ficamos chama Hostal Zapatto Amarillo, localizado uns 2,5 km antes da cidade. A entrada dele é bem escura, chegamos e o caseiro nos recebeu e levou ao chalé. É um local pequeno, perto da casa principal com banheiro, uma cama grande e uma lareira, porém com algumas moscas (pois acho que é pouco usado por estar na baixa temporada e estar muito frio lá fora), fora isso é bem aconchegante, mas não tem Wi-Fi.

Fomos jantar na cidade (Que está pouco movimentada por causa do frio), o caseiro do Hotel nos indicou o Hostal Haase. Uma construção antiga (segundo a gerente tem 122 anos de construída), o cardápio deles é amplo e a comida muito bem servida, local aconchegante e funcionários muito simpáticos.

3 dia 

A lareira esquentou muito bem o quarto à noite, mesmo depois que ela apagou ficou bem quentinho! De manhã, o café foi na casa principal, os donos muito simpáticos nos receberam. O café é simples e bem servido, com pão, manteiga, geleia, sucrilhos com frutas, suco de frutas, café, leite e chá.

Saímos em direção a Puerto Varas. O caminho é lindo! Super cênico, numa serra como lago a direita. Tem vários mirantes durante o percurso, mas não estão muito bem cuidados. No caminho passamos pelo Vulcão Osorno. Dá para subir até a base dele de carro!  
A subida é bem estreita mas dá para ir tranquilo. Ao chegar no meio do caminho nos deparamos com alguns carros descendo Cobertos de neve. Lá em cima descobrimos que tinha nevado e foi a primeira vez que vimos neve!

O teleférico estava fechado para subir no Vulcão mas ficamos ali perto da base do teleférico mesmo. Ao lado tem um restaurante onde tem lojinha e estação para alugar esqui. Conversamos com uma funcionária e ela nos disse que o teleférico estava fechado pois ia nevar de novo e disse que, como estávamos com carro de passeio e sem correntes, que nos apressássemos a descer para não pegarmos a pista escorregadia. Para nossa surpresa quando estávamos saindo do restaurante começou a nevar novamente!! Logo abaixo na pista já estava mais seco e com arco íris!!!

Não conseguimos aproveitar muito mas vamos voltar aqui! Na volta comemos em um restaurante livre na beira da estrada, daqueles sem quilo, coma quanto quiser, mas foi um pouco caro, comemos apenas porque estávamos com muita fome já… Antes de seguir para o hotel, passamos em um mini shopping, tinha várias lojas legais, a maioria estava fechada porque era domingo, mas conseguimos visitar algumas…

O hotel fica mais afastado do lago, chama Solace Hotel, muito bonito, aconchegante, aquecimento elétrico, mais chique que os outros (e vale super a pena). Conversando com a atendente ela disse que Puerto Varas realmente é uma cidade mais cara para tudo, alimentação, estadia (como estamos na baixa temporada essa é mais barata). À noite fomos a pizzaria perto do lago chamada Parêntesis, a pizza é muito boa é não é tão cara, Massa fina e bastante recheio.      

4 dia 

O café da manhã do hotel é ótimo! Super variado! Nos aprontamos para subir ao Vulcão Osorno de novo, mas quando já estávamos na metade do caminho o tempo fechou muito em volta dele, acabamos retornando…  

Decidimos ir visitar a cidade Frutillar, uma pequena cidade muito charmosa localizada a mais ou menos 30km de Puerto Varas. De lá dá para ver o Vulcão Osorno numa vista maravilhosa em cima do Lago. Ele estava um pouco encoberto, mas enquanto conhecíamos a cidade, as nuvens que estavam em volta do Osorno saíram, livrando a vista.

Uma dica que damos é que vá a Frutillar com o tempo bom, pois a vista do Vulcão é maravilhosa, mas com muitas nuvens fica uma vista comum de um lago. 

A cidade tem duas partes: Frutillar de Bajo (onde fica a parte turística) tem sua parte principal na rua do lago, onde podem ser encontradas restaurantes, lojas de artesanato, o posto de turismo e o Teatro e Frutilar de cima (cidade onde a maioria dos moradores mora). 

Nos meses de janeiro e fevereiro, Frutillar tem o festival de música clássica onde a cidade fica entupida de gente, as reservas de hotel são feitas com 1 ano de antecedência. Mas no resto do ano fica bem tranquila. Almoçamos no restaurante Guten Apettit bem na frente do lago. Comida não é barata, mas é deliciosa é muito bem servida. Se vc come pouco, um prato dá para duas pessoas tranquilamente e tem uma vista sensacional do vulcão.

Mais à frente tem um posto de turismo, onde a moça nos explicou um pouco da história da cidade, de colonização alemã, e nos deu dicas de onde ir. O teatro de música só permite visitação até 12:00 e tem o museu alemão, na rua de cima bem no final, fica aberto das 9:30 as 17:30 com entrada de P$ 2500 por pessoa. É um local com um jardim bem grande e quatro construções antigas representando como viviam os alemães naquela época.

5 dia 

Hoje voltamos ao Vulcão Osorno, apesar do tempo muito limpo, sem nuvem nenhuma no céu (o que nos proporcionou vistas MARAVILHOSAS na estrada) tinha muito gelo, não só neve fofa, muito gelo mesmo, daquele que forma em cima da água e escorrega muito! 

Mesmo alugando correntes (Cadenas, pagamos P$ 20.000) não conseguimos subir até o estacionamento… Porque o gelo não estava em todo o caminho, apenas em parte dele, então quando chegava no gelo a gente tinha que colocar as correntes, no asfalto tinha que tirar, então ficou bem complicado, por isso deixamos o carro no Mirante de Los Pumas e subimos a trilha até o estacionamento a pé

Mas atenção, só faça isso se você tiver correntes para tirar o carro depois, pois neva nesse mirante também!!

Várias pessoas estavam fazendo isso pq os carros de passeio não estavam subindo, apenas os 4×4 ou carros 4×2 com pneus muito bons conseguiram. É uma subida íngreme para ir a pé, mas subindo com calma dá para chegar sem problemas! O importante é não querer inventar e sair da trilha! Siga sempre pela trilha! 

Enquanto for subindo aproveite para ver a paisagem que é de tirar o fôlego! Chegamos ao estacionamento e a maioria dos carros era 4×4 ou as vans das agências com correntes. Ficamos por lá tirando fotos e aproveitando a vista, já que o teleférico não estava funcionando.

Segundo nos informaram o pessoal do teleférico está sendo treinado, então estão com muito pouco pessoal para operar, por isso não estava funcionando. A descida foi tranquila, descemos pela estrada.

Sem dúvida esse foi o melhor dia da viagem! Vistas Maravilhosas, trekking na neve e, para fechar, um pôr do sol maravilhoso no lago Llanquihue com vista do Osorno!    

6 dia 

Hoje visitamos Ancud, no Arquipélago de Chiloé, uma cidade portuária. Para chegar atravessamos de balsa em Pargua (P$12.000) e seguimos até Ancud. Durante a travessia da balsa avistamos Pelicanos, patos, gaivotas e até um Leão Marinho! Chegamos a cidade e fomos visitar o Forte de San António, mas não tem nada, apenas os canhões e um monumento de Bravura por uma batalha ocorrida em 1826.

De lá seguimos para um restaurante de sanduíches chamado Recta Província, eu não gostei muito do sanduíche, mas Daniel gostou. É bem servido, vem com batatas ao molho. Eu comi um com carne desfiada, o dele já veio carne inteira, mas existe a possibilidade de carne de vaca, frango e porco.

Logo ao lado tem uma igreja onde começa a Ruta de Las Iglesias. Nela tem a maquete de várias igrejas, objetos históricos (porta, cruzes, janelas) de igrejas antigas e um mapa da localização das igrejas pelo arquipélago. São ao todo 16 igrejas. 

Depois passeamos pela cidade, a cidade é simples, portuária, não muito limpa. Tem um Mercado Municipal onde vendem frutas, verduras, legumes, Peixes e artesanato. Vimos que frutas são um pouco caras (3 maçãs por P$ 1000 = 5,00). A maioria das lojas de artesanato estavam fechadas, mas vimos o artesanato pela janela, mas não era muito elaborado, tudo bem simples. Nas ruas perto do mercado municipal tinha muitos vendedores ambulantes. 

No verão tem a possibilidade de ver pinguins, pois aqui existem pinguineiras onde eles vêm a procura de calor para se reproduzirem. Como já estamos entrando no inverno, eles já partiram. 

A seguir fomos para Puerto Montt, cidade também portuária também, mas bem maior! Avenidas grandes, rodoviária, shopping Center… lá fica a sede da Navimag, empresa que faz passeio de barco de Puerto Montt a Punta Arenas (Cidade perto de Ushuaia que fica na zona franca com preços baratos para roupas, eletrônicos, etc). O passeio é de 4 dias com algumas paradas pequenas, alimentação completa e custa aproximadamente $ 1.000 por pessoa (casal). Não ficamos muito tempo, apenas demos uma passada e voltamos pois já estava anoitecendo.

A quantidade de fumaça lá é muito maior que em Puerto Varas, além do engarrafamento que estava piorando. Jantamos no restaurante La Marca que fica bem perto do hotel, um achado!! Comemos um Bife Chorizo maravilhoso! É não foi caro! Demos sorte de conseguirmos uma mesa pois, pelo que percebemos, as mesas são reservadas, então reserve a mesa antes. Uma porção de carne de 400g dá para duas pessoas escolhendo mais um acompanhamento. A comida estava muito boa é o atendimento maravilhoso! 

7 dia 

Passamos cedo no centrinho de Puerto Varas para trocar dinheiro, no hotel nos indicaram o Câmbios Puerto Varas, como o dólar deu uma valorizada esses dias o cambio foi bem melhor (US$ 1,00 = P$ 660). 

Passamos em uma delicatessen perto para comer a famosa torta do Chile chamada Kuchen. Comemos a de framboesa que estava muito boa, mas também tem a de nozes que não comemos porque seria um Assassinato muito grande a dieta! Kkkk

Antes de irmos embora ainda passamos no mini shopping que tem no caminho para o Salto Del Petrohué, em uma loja de produtos naturais com coisas super legais! 

O estacionamento do Salto Del Petrohué custa P$ 1000, na entrada tem um hall com várias lojinhas e uma TV com vídeos. As trilhas iniciam mais à frente depois da guarita do Parque. Pagamos P$ 4000 por pessoa para entrar. 

São 3 trilhas no parque, todas pequenas variando de 550 metros a 1km. São de nível muito fácil, bem demarcadas e agradáveis. No meio de uma das trilhas tem um café onde paramos para comer. Atendente muito atencioso, simpático. Comida gostosa, tem lanches, doces e bebidas quentes e frias.

Depois de percorrermos as 3 trilhas seguimos para Entrelagos. O hotel que ficamos chama Las Juntas Ecolodge, é bom mas não vale o valor que eles cobraram… pagamos mais barato pois fechamos pelo booking (U$ 88), o preço do balcão era mais caro (U$ 109), mas mesmo o valor do Booking não vale. A cama era grande e tinha um bom aquecimento o quarto, mas a casa é de madeira então faz muito barulho ao andar no quarto e no corredor. Enfim o hotel é bom, mas está sendo cobrado além do oferecido. Por exemplo, pagamos mais barato que isso no Solace Puerto Varas com um conforto muito maior.

8 dia 

O café da manhã foi bem simples, o que mais gostamos foi da vista do lago. Saímos de lá e seguimos até o Parque Nacional Puyehué, pagamos P$1.000 por pessoa, para percorrer 3 trilhas. São trilhas pequenas, duas de nível muito fácil é uma de nível fácil com umas 3 partes de nível médio. Fizemos o total de 2 horas as 3 trilhas com ida a todos os mirantes.

Os caminhos têm placas (mas falta em alguns pontos que poderiam mostrar a continuidade da trilha) e são demarcados, mas a manutenção da trilha deixa um pouquinho a desejar. Foi bom para conhecermos, mas não voltaria, pois, os Saltos são bonitos, mas nada surpreendente. Almoçamos na cabana do Parque, foi um almoço bom é não muito caro.

Seguimos para Valdivia. Ficamos no hotel chamado Nanguilán, muito bom! Quarto espaçoso, banheiro grande, com banheira. O único porém é que pegamos duas camas de solteiro pois o quarto com cama de casal estava quase o dobro do preço. Jantamos no próprio hotel, comida muito boa e não foi cara! Prato bem servido, por isso dividimos…

9 e 10 dia 

O café da manhã do hotel é bom, com pães, ovo, frutas e doces. Saímos do hotel e passamos no centro da cidade para trocar mais um dinheiro. Fizemos o câmbio em um banco da cidade (US$ 1,00 = P$ 668). Depois passamos no mercado para comprar vinho. Seguimos então para Pucón.

Passamos por uma cidadezinha chamada Panguipulli. Muito bonitinha! Na beira do lago com vista para o Vulcão. Na realidade todas as cidades na beira do lago são lindas!!! A estrada tem vistas maravilhosas! Fiquei encantada!  

Nos deram a fica para conhecer as piscinas termais em Panguipulli. Para chegar nas termas geométricas vc tem que pegar uma estradinha de terra e subir uma pequena serra. Esse caminho leva para três termas: as Termas Geométricas, Termas Vergara e Termas El Rincón.

Lá no alto encontramos neve! Não tanta como no Vulcão, mas tinha nevado na noite anterior então a estrada estava molhada da neve derretida e as plantinhas na beira da estrada, onde não batia sol, estavam com gelo ainda.

Chegamos à Termas Geométricas já as 15:00. Pagamos P$ 25.000 por pessoa e recebemos uma toalha e um cadeado com chave para cada um. Subimos pelas piscinas até encontrar um armário para deixar as coisas é nos jogamos dentro de uma das piscinas porque estávamos com muito frio!

Sério, amei aquele lugar! Imagina vc estar em uma piscina a 39 graus Celsius quando do lado de fora da piscina está a 3 graus Celsius! Ficamos lá por um tempo e saímos para ver as outras piscinas, pensamos que sentiríamos frio, mas não sente!

Só sente se ficar muito tempo fora da água, os pés ficam gelados, mas é só cair na piscina mais próxima, esquentar de novo e seguir a jornada. Pena que não tiramos fotos, pois meu celular apagou com o frio (é carioca mesmo! kkk)! Super recomendo a visita!!!

Na entrada nos informaram que elas variavam de 35 a 45 graus, descobrimos que as piscinas do lado esquerdo de quem sobe, do lado do paredão de rochas e mais para cima tem as temperaturas mais altas. Fomos em piscinas de 37, 39, 40, 41 e 43 graus. Algumas piscinas estavam desativadas pois estavam limpando.

Fizemos um lanche lá pois não tínhamos almoçado é já estávamos com fome. Achei que as coisas seriam bem caras lá, mas até que não foi! Comemos uma pizza grande com 2 refris por P$ 11.000. Saímos de lá as 18:30 muito contrariados porque queríamos ficar mais um pouco, mas tínhamos que ir para Temuco, porque isso vôo sairia de lá bem cedo no dia seguinte. As Termas Geométricas ficam abertas até 23:00.

Chegamos ao Hotel Frontera em Temuco já por volta das 21:00. Jantamos no próprio hotel (Quarto bom, com bom atendimento, mesmo sendo barato, nos surpreendeu). No dia seguinte saímos cedo e entregamos o carro a Locadora Rossellot no aeroporto sem nenhum problema!

Hotéis

Hotel Mirador Los Volcanes
Km 17,5 – Pucón – Caburgua

Solace Hotel
Imperial 0211
Puerto Varas, Región de los Lagos, Chile

Hotel Naguilan
General Lagos 1927, 5090000 Valdivia, Chile 

Hotel Frontera
Manuel Bulnes 726, 4780000 Temuco, Chile

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