Brasil,  Diamantina,  Minas Gerais

Diamantina

Viagem em Dez/2013

1 dia 

Chegamos em Diamantina, vindo de Serro. Almoçamos no restaurante Guapiara com funcionários muito simpáticos e comida deliciosa. Pedimos um prato de Bife a parmegiana. O prato daria até pra 3 pessoas tranqüilamente e bem barato (43,00). Depois fomos ao hotel para nos instalar, ficamos hospedados no Pouso da Chica (Eles fizeram uma reforma top no hotel e não fomos lá depois da reforma), uma pousadinha aconchegante com um senhor de atendente e uma faz tudo muito legal (Tuca). A garagem da pousada fica a algumas ruas e quando for estacionar já tire tudo do carro que vá precisar porque é bem longe.
A noite comemos um caldo na pousada (delicioso) e depois fomos no centro, onde teve um show da cantora Xandrele Azevedo, da banda Bonde do Forró para comemorar o final da semana de combate ao HIV.

2 dia 

No centrinho ouvimos um pouco do encontro feito todos os domingos pela manhã desde 2001 onde uma banda local toca instrumentos e são vendidos pães de café da manhã na praça, o evento chama Café no Beco.

Logo depois, resolvemos dar uma passeada pelo Parque Estadual do Rio Preto. Fomos com o GPS, porém ele nos guiou por Santo Antônio, por lá só dá pra ir com veículo 4×4 e com o Rio não muito alto.
Mas na volta descobrimos outro caminho, seguindo pela BR 367, vira na MG 214 (na rotatória), quando chegar no açougue do Moacir, vira a direita em uma casa vermelha (espero que ela não mude de cor! kkk), quando chegar na estrada de terra, vira a direita de novo, a partir daí tem placas indicando o caminho.

Sobre o parque…

O parque é muito bem sinalizado, porém o caminho até ele não é muito bem sinalizado. Tem que tomar cuidado pra não confundir com um “balneário” que fica em outra portaria do parque onde só tem o rio e um restaurante.
Logo que chegamos na portaria, fomos atendidos e pagamos uma quantia de R$ 5,00 por pessoa para entrar no parque. Fomos informados já ali pelo Tonhão (gerente do parque) que não poderíamos subir as cachoeiras, pois já estava tarde (14:00), os grupos para a cachoeira saem as 9:00, 10:00 e 11:00.

Até a sede do parque, a partir da portaria, são 5km. Lá encontramos com o André que nos falou um pouco sobre o parque, da fauna e de como se comportar por lá.
As trilhas das cachoeiras e das corredeiras exigem guia, pois são mais longe. As distâncias são 6,5 km (dos crioulos) e 4,5 km (das sempre vivas). As outras trilhas (poço de areia, prainha, etc.) dá pra fazer sem guia.

O Parque abre de Terça a Domingo de 07 as 17 hs. Se você quiser, pode se hospedar lá, mas não temos valores atuais.

Sobre o guia…

A dona da pousada em que estamos hospedados (Fabiana) conseguiu um guia para nós . Inicialmente ela tinha tentado o Aguinaldo que tentou nos cobrar R$ 150,00 o casal (saindo no nosso carro) e disse que o preço era tabelado (dispensamos pois achamos muito caro para 2013) foi quando Fabiana ligou para o Paulinho que nos cobrou R$ 80,00 a diária. Fechamos com ele. Descobrimos depois que o preço de 150,00 é tabelado para 6 pessoas.

A noite jantamos no Deguste, um restaurante no beco onde pode-se escolher dentre massas (macarrão) e crepes. Daniel comeu um macarrão do tipo Spoleto e eu escolhi um crepe doce delicioso. Todos nos atenderam muito bem! Muito gentis e a comida deliciosa!

3 dia 

Marcamos com Paulinho as 9:30, pois ele dá aulas antes desse horário de História Geral. Saímos e fomos direto visitar o distrito de Vau, lá encontramos um ponto de apoio para a Estrada Real, construído pelo governo de Minas.

Lá tinha um pouco de artesanato local e Valquíria (que cuida do centro de apoio) nos disse que lá eles fazem doces e biscoitos para venda.
Compramos um biscoito tipo de polvilho que estava muito bom, mesmo D. Valquiria tendo dito que já tinha alguns dias de feito. Segundo ela nos informou, os biscoitos são feitos as quintas e sextas e os turistas podem “ajudar” a fazer.

Paulinho nos explicou que Vau significa passagem, que foi por onde os bandeirantes passavam pelo rio. Até recentemente, tinha um correio lá que foi mantido por um morador que, como tinham anunciado o fechamento dos correios, ele escrevia cartas e, cada viajante e turista que passava por lá, ele pedia que levasse a carta que ele escreveu e postasse no correio enviando para ele, fazendo com que o correio sempre tivesse carta pra entregar, evitando assim seu fechamento.

Lá também tem uma ponte sobre o Rio Jequitinhonha onde muitas pessoas param para tomar banho no rio embaixo dela. De lá seguimos para São Gonçalo do Rio das Pedras onde almoçamos no Bar do Ademil, comida bem gostosa e caseira. Seguimos para o Lajeado, é um lugar lindo que se caminha por cima das pedras, admirando a paisagem, até umas piscinas e por fim chegando a uma cachoeira bem gostosa de passar o tempo.

Ao sair de lá, seguimos para Milho Verde, onde visitamos a Cachoeira do Moinho e a Cachoeira Carijó. Todas duas bem bonitas, na primeira não chegamos a tomar banho, mas na segunda entramos, lá tinham algumas piabas que ficam “picando” as pessoas.

4 dia

Fomos direto para o bar do Kussu, onde reservamos nosso almoço. Seu Kussu é muito conhecido na cidade por ser fanático pelo Flamengo. Seu bar é cheio de presentes enviados pelos seus clientes e mimos que ele mesmo comprou que fazem referência ao Flamengo.
Logo após reservar nosso almoço, seguimos para a Cahoeira do Telésforo. Chegar até lá é tranqüilo, porém há uma parte que fica um pouco de água “empoçada” portanto é mais fácil chegar de 4×4 (veículo 4×2 passa caso tenha tido muitos dias sem chuva). Para visitar, há placas pedindo identificação para pagamento de taxa, porém não encontramos ninguém no lugar indicado.

A cachoeira é linda! Não é muito funda, porém sua água é escura, mas não muito gelada. Ficamos lá por um bom tempo apreciando a paisagem e curtindo a cachoeira.
Almoçamos no bar do seu Kussu e seguimos para a cachoeira das Fadas. Lá é mais gelada a água que na do Telésforo, pois não pega muito sol. Porém a água é totalmente transparente. Mas tem que tomar cuidado pois ela é funda. Ela é rasa na margem de entrada, mas funda no meio (a água transparente dá a impressão de ser rasa).

Sempre tomar cuidado com as cachoeiras, ao menor sinal de muitos galhos descendo pelo rio, da água subindo rapidamente ou de chuva, saia imediatamente de água e vá para um local seguro, pois todas as cachoeiras tem risco de tromba d’água. 

5 dia 

Começamos o dia indo até a Vila de BiriBiri. Biribiri é uma vila perto de Diamantina, onde existia uma grande fábrica de tecidos, porém foi desativada. Hj a única coisa que funciona é um restaurante, cuja comida é bem gostosinha, o restaurante se chama Raimundo Sem Braço.

Nosso guia Paulinho nos falou do restaurante do Adilson, mas infelizmente estava fechado quando fomos. Vale super a pena visitar tb! A vila tem uma igreja um algumas casinhas que, são alugadas de vez em quando.
Também tem duas cachoeiras: a Sentinela e dos Cristais, ficam um pouco longe da vila, mas está bem sinalizado e a estrada é tranqüila.

A tarde fomos fazer o city tour com o nosso guia e pudemos ouvir a maravilhosa história da cidade. O valor do city tour tabelado é de R$ 70,00.  

Pousada Pouso da Chica 
Rua Macau de Cima, 129 – Centro Histórico Diamantina / MG



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